Imunidade
Melhore sua imunidade em 5 passos

Imunidade é a capacidade do nosso corpo de nos proteger contra substâncias estranhas (antígenos). O sistema imunológico é o sistema responsável por desencadear esse processo de defesa, reagindo aos ataques de bactérias, vírus e outros micróbios e manter, assim, o equilíbrio e bom funcionamento do organismo. 

É um sistema complexo que envolve milhões de células e órgãos que funcionam, em conjunto, como uma grande barreira de proteção. Além de proteger, evitando o surgimento de doenças, a imunidade pode impedir que uma doença progrida e atua na identificação ou na destruição de células estranhas, danificadas ou mutantes. Ainda e dessa forma, a imunidade auxilia na prevenção do câncer.

A imunidade pode ser classificada em dois principais tipos, a inata, quando o indivíduo já nasce com esse tipo de imunidade e a adquirida aparece que após contato com um agente invasor.

O que é a imunidade baixa afinal?

Para o organismo conseguir se proteger, a resposta imunológica deve ser adequada. Porém, alguns fatores podem contribuir para alteração imunológica, como doenças, alimentação inadequada, consumo de determinados medicamentos, prejudicando a resposta do sistema imune e deixando o organismo mais vulnerável.

Quando sua imunidade está baixa, o organismo dá alguns sinais, informando que seu sistema imunológico não está sendo capaz de combater os agentes infecciosos, fazendo com que a pessoa fique doente com mais frequência.

Dentre alguns sintomas de imunidade baixa estão: infecções recorrentes como amigdalite ou herpes, febre, cansaço excessivo, doenças simples se prolongando, queda de cabelo, dentre outros sintomas. Daí a importância de adotar medidas que fortaleçam a imunidade.

 

Como melhorar a imunidade?

Se você busca ter uma imunidade alta, é preciso melhorar hábitos. Além de uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos e ter uma suplementação adequada podem contribuir para o fortalecimento da imunidade.

Para te ajudar, listamos aqui cinco passos para você conseguir melhorar sua imunidade, confira:

 

  1. Alimentação saudável

Não é segredo para ninguém os benefícios de uma boa alimentação. Para se ter uma vida saudável devemos começar por melhorar nossa dieta. 

Diminua os alimentos e temperos industrializados, evite comidas prontas. Mantenha uma dieta colorida e equilibrada, com o máximo de alimentos naturais, trocando açúcares, corantes e conservantes nocivos à saúde por alimentos ricos em vitaminas e minerais, levando saúde ao seu organismo. 

Além das frutas e verduras, aposte também em sementes e peixes, que ajudam na formação das células do sistema imune e na redução dos processos inflamatórios do corpo. 

 

  1. Pratique exercícios

A prática de atividades físicas é muito incentivada por seus inúmeros benefícios comprovados. O ideal é que seja diária e preferencialmente orientada por profissional da educação física. Comece como for possível, seja uma caminhada, uma corrida, uma dança em frente à TV, não importa, movimente-se!

 

  1. Hidrate-se!

Estar hidratado garante o bom funcionamento do organismo, pois integra diversas funções essenciais, desde o transporte de nutrientes, eliminação de toxinas e regulação da temperatura corporal, até a lubrificação das mucosas, evitando que infecções e alergias atinjam o corpo. 

Lembre-se de sempre andar com sua garrafinha para se manter hidratado. Para facilitar, coloque uma meta de tomar, pelo menos, 2 litros de água por dia ou 35mL por quilo.

 

  1. Durma bem

É durante o sono que nosso corpo realiza diversos ajustes para o seu bom funcionamento. E a quantidade de horas de sono influencia diretamente na nossa imunidade, é o que mostra um estudo realizado no Instituto do Sono e publicado na revista Sleep. 

A análise mostra que há diminuição da produção das células de defesa quando passamos por privação de sono. Dormir adequadamente é importante para a metabolização de radicais livres e para a recomposição das funções cardiorrespiratórias. 

 

  1. Suplementação

A suplementação é uma grande aliada para quem busca saúde e precisa de praticidade, visto que é muito difícil obter tudo que é necessário apenas pela alimentação. 

É possível encontrar diversos suplementos seguros para se consumir e há aqueles com fórmulas otimizadas, visando efeitos graduais e contínuos. Conheça alguns suplementos que podem ser utilizados para fortalecer a imunidade:

 

  • Vitamina C 

É a primeira que vem em mente quando pensamos em imunidade. Por seu grande potencial antioxidante, ela ajuda o sistema de defesa e diminui os danos causados pelos radicais livres. 

 

  • Vitamina D

Tema de diversos estudos, a vitamina D possui ações importantes no organismo, uma delas é no sistema de defesa. As células que fazem parte do sistema imunológico, como os linfócitos, têm receptores para a vitamina D, que atuam no fortalecimento do sistema de defesa, auxiliando na prevenção de doenças.

 

  • Zinco

Este mineral é essencial para a imunidade, pois participa do desenvolvimento e da integridade do sistema de defesa do corpo. Sua deficiência faz com que o indivíduo fique mais suscetível a diversas doenças. Outra função do zinco é sua participação na síntese e degradação de carboidratos, lipídeos e proteínas. Ele também contribui com a melhora do desenvolvimento cognitivo.

 

  • Ômega 3

Esse ácido graxo essencial é um forte aliado do sistema imune e ajuda a prevenir diversas doenças. O ômega-3 é considerado um nutriente imunomodulador. Isso porque auxilia na regulação de algumas células do sistema imune, tem função como protetor cardiovascular e ação anti-inflamatória.

 

  • Probióticos

O intestino é um órgão muito importante para a imunidade, pois ele funciona como um filtro, selecionando o que fica e o que sai do organismo. Se ele estiver com problemas, substâncias tóxicas podem permanecer no corpo, trazendo consequências para a imunidade. 

Os probióticos são micro-organismos vivos que trazem benefícios à saúde de quem os consome. Seu consumo pode melhorar a saúde da microbiota intestinal, o que contribui diretamente para a melhora da imunidade.

 

  • Glutamina

A Glutamina é o aminoácido livre mais abundante no organismo humano. No sistema imunológico serve como importante fonte de energia para o crescimento e multiplicação das células de defesa.

Outra atuação importante é seu auxílio na membrana intestinal, pois também serve como fonte de energia para as células epiteliais, contribuindo para a manutenção da mucosa e o funcionamento saudável do intestino, auxiliando na permeabilidade dos nutrientes e no fortalecimento do sistema imunológico.

 

Este artigo tem objetivo meramente informativo e não substitui a consulta a um profissional da saúde habilitado.

 

Referências:

El Beitune P, Duarte G, Nunes de Morais E, Quintana SM, Vannucchi H. Deficiência da vitamina A e associações clínicas. ALAN 2003; 53(4): 355-63.

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Otten JJ, Hellwig JP, Meyers LD. DietaryReferenceIntakes: The EssentialGuidetoNutrientRequirements. Washington: NationalAcademyofSciences, 2006.

COCO, Valeria F. del. Los microorganismos desde una perspectiva de losbeneficios para lasalud. RevArgent Microbiol., n. 47, v. 3, p.171-173, 2015.

Oliveira DC, Lima FS, Sartori T, Santos ACA, Rogero MM, Fock RA. Glutaminemetabolismand its effectsonimmune response: molecular mechanismand gene expression. Nutrire (2016) 41: 14.

NEPA-UNICAMP. Tabela brasileira de composição de alimentos. Versão II. 2ª ed. Campinas: NEPA-UNICAMP; 2006.

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Por que o ômega 3 é importante?

O ômega 3 é um ácido graxo essencial, que não pode ser fabricado no nosso organismo, sendo extremamente importante para a saúde do coração, cérebro e saúde ocular em todas as fases da vida.

É um dos suplementos mais estudados em todo o mundo, possui cerca de 30 mil publicações científicas que comprovam uma série de benefícios à saúde.  O ômega 3 divide-se em três tipos: ácido eicosapentaenoico (EPA), ácido docosahexaenoico (DHA) e ácido alfa-linolênico (ALA). 

 

O EPA: ácido eicosapentaenoico

O EPA tem ação anti-inflamatória em nosso organismo, auxiliando as reações enzimáticas responsáveis pela produção de prostaglandinas E3, substância que faz parte das nossas defesas por ajudar a neutralizar a atividade pró-inflamatória de outras moléculas semelhantes.

Um dos principais benefícios do EPA é auxiliar a saúde do coração e a circulação sanguínea, evitando a formação de trombos no sangue, diminuindo os riscos de trombose e de acidente vascular cerebral. Tem ação também sobre doenças e complicações de caráter inflamatório, como a obesidade, o lúpus e a artrite.

 

O DHA: ácido docosahexaenoico

O DHA é essencial para um bom desenvolvimento fetal e ajuda a formar a retina dos olhos. Ele também possui ação antioxidante e é o ácido graxo mais benéfico para a saúde do cérebro, já que favorece a cognição e as conexões entre os neurônios, beneficiando a memória, atenção, raciocínio, imaginação e diversos outros aspectos relacionados à nossa mente.

O cérebro é composto por 40% de DHA e 60% de gordura, por isso o consumo desse ácido graxo ajuda na otimização da saúde da mente, auxiliando na capacidade de aprendizado, no humor e, consequentemente, na qualidade de vida.

 

O ALA: ácido alfa-linolênico

Já o ALA é um ômega 3, essencial de cadeia curta e de origem vegetal. Nossos corpos também não podem produzi-lo por conta própria. O ALA pode ser convertido em DHA ou em EPA depois de ser ingerido.

 

Importante por que?

O ômega 3 tem sua importância comprovada em diversas fases da vida. Na infância ele otimiza o processamento mental, aprendizado e memória, prevenindo o déficit de atenção. Além disso, auxilia no desenvolvimento psicomotor e coordenação.

Em adultos o ômega 3 reduz os níveis de LDL e triglicerídeos. Tem ação anti-inflamatória e reduz as dores articulares. Já na terceira idade ele reduz o declínio cerebral relacionado à idade e tem efeito cardioprotetor.  Em atletas, atua na redução de dores musculares após os treinos de resistência, dores nas articulações e inflamações.

Além disso, ainda atua nos casos de sobrepeso e síndrome metabólica, em que a suplementação de ômega-3 reduz esse processo, contribuindo para a melhora do metabolismo.

 

Benefícios do ômega 3

O cérebro contém mais de 100 bilhões de células, e os ácidos graxos ômega 3 são como os blocos de construção delas. Estes “blocos” são formados pelas seguintes substâncias: EPA, DHA e o ALA. 

Por isso, o ômega 3 pode auxiliar na prevenção e pode atuar como coadjuvante no tratamento de doenças como: doença de Alzheimer, depressão, TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade), depressão pós-parto e TPM, dentre muitas outras.

Sua ação anti-inflamatória ajuda a manter o funcionamento cerebral, diminui o risco de doenças degenerativas, evita dificuldade de aprendizado e problemas de memorização, pode melhorar as funções cardiovasculares, a saúde dos olhos e o sistema imune. 

Veja mais benefícios do ômega 3!

Estudos científicos da Universidade de Maryland (EUA), descobriram que o óleo de peixe, fonte de ômega 3, pode ajudar a prevenir e combater vários tipos de câncer, incluindo de cólon, próstata e mama. 

Por ser um potente anti-inflamatório, ele pode ser um aliado na luta contra o lúpus que tem como principal sintoma, a inflamação. Também ajudam a defender nossos ossos contra a osteoporose, causada por inflamação.

Os ácidos graxos auxiliam no tratamento e prevenção de doenças de pele como acne e alergias, e, podem atuar como hidratantes naturais que revitalizam a pele seca de dentro para fora, ele nutre a pele com gorduras e contribui com vitaminas lipossolúveis que ajudam a pele a manter uma textura suave e elástica.

A deficiência de EPA e DHA na dieta contribui para as condições da pele tais como: caspa, queda de cabelo, eczema e psoríase, bem como manchas da idade e manchas solares.

Na gravidez o ômega 3 é essencial para um melhor desenvolvimento visual e neurológico do bebê. Um estudo publicado em 2013 no American Journal of Clinical Nutrition relatou que crianças de 2 a 5 anos que receberam um suplemento de ômega 3 apresentaram desempenho melhor em testes de inteligência, aprendizado e vocabulário.

O ômega 3 ajuda quem busca um emagrecimento saudável. Isso porque ele ativa uma proteína celular chamada PPAR-gama e, acelerada, ela melhora a atuação da insulina nas células, facilitando sua tarefa de converter açúcar em energia. Ele regula os níveis de leptina, favorecendo ainda mais o controle do apetite. 

Em resumo, o ômega 3 é essencial para regular a queima dos depósitos gordurosos e a fome, o que potencializa a eliminação de medidas. É importante ressaltar que, para obter todos os benefícios do ômega 3, é preciso combiná-lo com hábitos saudáveis.

 

Como usar?

O ômega 3 pode ser encontrado em bons suplementos ou alimentos. Sendo mais vantajoso consumir através de suplementos por serem práticos e seguros. Bons suplementos são livres de metais tóxicos e contêm a quantidade ideal de EPA e DHA que você precisa por dia.

Já através da alimentação, temos os peixes de águas profundas como fontes do nutriente, porém é preciso consumir uma grande porção do alimento para conseguir todos os benefícios do ômega 3 e ter muita atenção para o risco de consumir os peixes contaminados com metais pesados que são despejados nos oceanos.

Vale aqui um adendo sobre ter um melhor aproveitamento dos benefícios do ômega 3: quando combinados com o consumo de vitamina E, uma grande aliada dos ácidos graxos. Os ácidos graxos oxidam muito facilmente dentro do organismo, fazendo com que seus benefícios sejam perdidos com rapidez. 

Daí, a importância da vitamina E. Por ser antioxidante e lipossolúvel, ajuda a garantir maior durabilidade aos ácidos graxos e potencializar os efeitos benéficos dessas substâncias para a saúde. 

O mercado de suplementação já possui muitas opções de excelente qualidade, inclusive contendo vitamina E em sua formulação.

 

Referência:

https://wakeinternalmedicine.com/omega-3-fatty-acids-health/https://academic.oup.com/ajcn/article/97/3/531/4571513

https://clinicador.med.br/a-importancia-do-omega-3-para-o-organismo/

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Crianças podem suplementar Vitamina D?

Muito importante para a boa saúde e desenvolvimento das crianças, a vitamina D auxilia na formação de ossos e dentes fortes e ajuda o corpo a absorver melhor o cálcio, ajudando na manutenção do mineral no sangue, também auxilia no processo de divisão celular, evita o raquitismo (condição que afeta o desenvolvimento dos ossos em crianças) e fraturas.

Atuante também como um hormônio, a vitamina D tem outras muitas funções importantes no organismo da criança, como a regulação do sistema imunológico, a produção de insulina e o crescimento celular.

 

Absorvendo a Vitamina D

Conhecida como “vitamina do sol”, a vitamina D pode ser produzida pela pele em exposição solar. Mas obter a vitamina através do sol não é uma tarefa tão simples, deve-se atentar ao horário certo e ao tempo limite de exposição, pois se feito da forma errada, pode trazer consequências ruins.

Outra alternativa não tão fácil para os pequenos é a alimentação. Não é toda criança que consome com facilidade alimentos ricos em vitamina D, como Óleo de fígado de bacalhau, salmão e atum, os que possuem maior quantidade por porção.

É aqui que entram em ação os suplementos, fáceis de ingerir e na quantidade certa que a criança precisa, o suplemento de vitamina D pode ser encontrado em forma de cápsula, gotas e até em gominhas, deixando a experiência ainda mais agradável.

 

Qual a quantidade certa?

A Academia Americana de Pediatria recomenda que todos os bebês, crianças e adolescentes façam uso de suplementos de vitamina D de 400UI por dia. Já existem no mercado suplementos com esta quantidade, porém, em alguns casos a criança precisa de doses maiores, diante disso,  um profissional de saúde habilitado deverá indicar a quantidade maior.

Um pouquinho de sol, alimentação saudável sempre que possível e uma boa suplementação com vitamina D, garantirá o bom desenvolvimento da criança.

 

 

Referências:

http://www.aafp.org/afp/2010/0315/p745.html

http://pediatrics.aappublications.org/content/134/4/e1229

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3979050/

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2600028/

 

 

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O que é Kefir?

Kefir é um alimento fermentado, produzido a partir dos grãos de kefir. Muito recomendado por seus altíssimos níveis de probióticos, pode ser feito com leite ou água e traz benefícios impressionantes para a flora intestinal. A versão mais comum é produzida com leite e se assemelha a um iogurte, um pouco mais fino em consistência.

O nome kefir tem origem na palavra turca keif, que significa “bem-estar” ou “bem viver”. Esse nome faz jus aos benefícios que o alimento oferece ao organismo, como manter o equilíbrio da microbiota intestinal.

 

Como é feito?

A produção do kefir é caseira, sendo necessária atenção as práticas de higiene, em especial na descontaminação do leite e dos recipientes utilizados durante a fabricação.

Já os grãos de kefir são obtidos por meio da doação de pessoas que já o produzem, porém hoje em dia já é possível encontrar o kefir em suplementos alimentares em forma de cápsulas.

Se fermentado em leite por mais de 24h, a lactose presente é praticamente toda consumida pelos micro-organismos dos grãos. Isso possibilita que pessoas com intolerância à lactose possam consumir a bebida, desde que observado o grau de intolerância.

 

Benefícios

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), ao consumir continuamente e em quantidades adequadas, alimentos probióticos como o Kefir você pode obter benefícios como:

– Controle e equilíbrio da microbiota intestinal;

– Resistência gastrointestinal às bactérias causadoras de doenças;

– Ação antimicrobiana, protegendo o organismo contra possíveis infecções;

– Melhora da digestão da lactose;

– Estímulo ao bom funcionamento do sistema de defesa do corpo;

– Regulação do intestino, colaborando com um bom trânsito intestinal e com o alívio da constipação intestinal (intestino preso);

– Modulação de reações alérgicas;

– Melhora da saúde urinária e genital das mulheres;

– Controle dos níveis de gordura no sangue e da pressão arterial;

– Redução do risco de doenças crônicas como a hipertensão, o diabetes e o colesterol alto.

 

Como consumir?

Com um sabor mais azedo que o iogurte natural, o kefir pode ser usado diariamente e em diversas receitas. Mas para quem não está acostumado com probióticos ou alimentos fermentados, recomendamos começar com uma pequena quantidade e aumentar aos poucos, para o organismo ir se acostumando.

 

Kefir em cápsulas

Já existe no mercado suplementos à base de kefir, e a Bioexata Suplementos já tem em suas lojas o kefir em cápsulas, perfeito para quem não consegue consumir o alimento em sua forma original todos os dias.

Imunidade
Aromaterapia: um guia básico

Muito utilizada para aliviar sintomas de ansiedade, insônia, depressão, asma, resfriados, promover bem-estar e fortalecer as defesas do corpo, a aromaterapia é uma técnica natural que utiliza o aroma de óleos essenciais para estimular diferentes partes do cérebro.

Essa técnica mostra que há ligações entre o olfato e os sentimentos. Ao inalar os aromas, os canais olfativos mandam a mensagem diretamente para o sistema nervoso, que é responsável pelas emoções. Com isso, o cérebro reage às propriedade aromáticas, modificando o humor ou o estado de espírito de alguém.

Extraídos de folhas, flores, raízes, cascas ou sementes de uma planta, os óleos essenciais como o de lavanda, hortelã-pimenta, eucalipto, laranja e melaleuca, podendo ser utilizados separados ou em combinação para aliviar vários problemas ao mesmo tempo.

 

Como usar

A principal e mais benéfica forma de utilizar os óleos essenciais é sendo inalados a partir de um frasco, pano, ou na palma da mão, desta maneira, os efeitos são mais rápidos, pois permite que as moléculas consigam chegar facilmente no sistema límbico do cérebro, também conhecido como cérebro emocional.

Apesar de ter uma ação mais lenta, usar os óleos em massagens é uma ótima maneira de relaxar, mas para usar direto na pele é preciso diluir nos chamados óleos condutores, conhecidos como óleos vegetais, por exemplo: óleo de oliva, óleo de amêndoa ou o óleo de coco.

Outras formas muito utilizadas são os usos de difusores – onde o aparelho vai liberando aos poucos o óleo junto com água evaporada – e no modo de evaporização “caseira”, que consiste em aplicar algumas gotas em bolas de algodão, compressas ou num pano limpo, permitindo que o óleo vá evaporando e liberando o seu aroma.

É possível ainda usar os óleos também em banhos e escalda pés relaxante, é só acrescente algumas gotas do óleo essencial em água morna e aproveitar todos os benéficos.

 

Cuidados

Alguns óleos podem causar reações alérgicas, razão pela qual as pessoas devem testar a sua sensibilidade em uma pequena parte de pele antes de começar a usá-lo mais amplamente, adverte o Dr. Wolfgang Steflitsch, médico no Hospital Otto Wagner em Viena, e vice-presidente da Associação Austríaca de Aromaterapia.

Apesar de serem usados produtos naturais, é importante a utilização de óleos de boa procedência, assim você usufrui de todos os benefícios com segurança.

 

 

Referências: 

https://www.scielo.br/pdf/fp/v17n1/03.pdf

https://www.livescience.com/52080-essential-oils-science-health-effects.html

http://www.saocamilo-sp.br/pdf/cadernos/36/07_aromaterapia.pdf

 

 

 

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Os benefícios da Própolis

Própolis é uma mistura de substâncias resinosas de vegetais, pólen, cera e secreções salivares das abelhas. Para as abelhas, serve para vedar frestas e proteger a colmeia de possíveis ataques de outros insetos e das adversidades climáticas. Já para o corpo humano, é uma substância rica em benefícios para a saúde.

Vale ressaltar que o uso da própolis não é de hoje. Há relatos que o comprovam desde os tempos do Egito Antigo e da Mesopotâmia. Da mesma forma, gregos, incas e romanos também são povos que já utilizavam a substância para diferentes objetivos.

Um excelente anti-inflamatório, antifúngico e antiviral, a própolis pode ser utilizada para tratar, evitar e prevenir infecções respiratórias como resfriados, bronquite, infecções urіnárіаs e intestinais, úlceras gástricas, melhora do sistema imunológico e para evitar o surgimento de certos tipos de câncer.

No sistema imunológico, a própolis tem ação nas células de defesa do organismo, promovendo o aumento na produção de anticorpos. Isso se dá pela sua ampla gama de propriedades biológicas e farmacológicas, como o Artepillin C, um flavonoide que tem ação antimicrobiana, imunomoduladora, antioxidante, anti-inflamatória e até antitumoral.

Berretta et al (2020), relata em seu artigo que a própolis tem ação na resposta imune de células pró-inflamatórias que estão associadas ao aumento do risco de desenvolver pneumonia e insuficiência pulmonar e mortalidade em pacientes com COVID-19.

Essa resposta imune, com a utilização da própolis, atuaria reduzindo o risco provocado pelas tempestades de citocinas, um importante fator de mortalidade na doença COVID-19 avançada.

Outros benefícios da própolis estão na saúde bucal, na saúde gastrointestinal, no controle de glicose, no processo de cicatrização, no tratamento de acnes e cuidados ginecológicos.

No mercado existem tipos de própolis verde. Porém, o de melhor qualidade é o extraído pelo método Wax Free, esse processo faz com que o produto fique mais puro, além de garantir alta concentração dos ativos principais que podem ajudar na manutenção da boa saúde, como os flavonoides.

Em gotas, em pó ou em cápsulas, a própolis pode ser usada de diferentes formas e, quando usada na quantidade certa, torna-se totalmente segura de ser consumida no dia a dia para a obtenção dos benefícios. Entretanto, se for utilizada em tratamentos específicos o consumo deve ser recomendado por profissionais da saúde.

 

  

Referências:

FISHER, G. et al. Imunomodulação pela Própolis. Artigo de Revisão. Arq. Inst. Biol. v.75, n.2, p.247-253, São Paulo, abr./jun., 2008.

https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0165588

https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-695X2008000300020

https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2021.01.08.20248932v1

https://essentia.com.br/conteudos/propolis/

https://blog.nutrify.com.br/propolis-o-que-e-para-que-serve-e-beneficios-blog-nutrify/

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0753332220308155

 

 

 

Imunidade
Por que utilizar Vitamina D?

A vitamina D tem grande importância no corpo humano. Além de suas já conhecidas funções relacionadas à saúde dos ossos, ela também atua como reguladora do crescimento, sistema imunológico, cardiovascular, músculos, metabolismo e insulina.

Para se obter a vitamina D é simples, basta algumas horas ao sol, comer alimentos ricos ou suplementar. Importante ressaltar que o excesso de exposição pode favorecer o desenvolvimento de câncer de pele e, por isso, é necessário cautela. A forma recomendada para adquirir vitamina D através do sol é ficar 15 minutos em exposição entre as 10h e 15h.

Se você optar pela alimentação rica em Vitamina D, terá que consumir uma boa porção, pois as poucas opções de alimentos ricos em vitamina D oferecem ainda uma quantidade considerada baixa para o organismo.

Nesse caso, para ser ter a quantidade certa que seu organismo precisa, vale a suplementação de Vitamina D, que terá a dosagem ideal conforme recomendado pelo profissional de saúde habilitado.

 

Mas por que devo tomar Vitamina D?

Já falamos sobre os benefícios da vitamina D, mas você conhece os malefícios que sua deficiência causa?

Quando há deficiência de vitamina D, o organismo absorve menos cálcio e fosfato. E sem as quantidades adequadas dessas substâncias para manter os ossos saudáveis, a falta de vitamina D pode causar um distúrbio ósseo denominado raquitismo em crianças e osteomalácia em adultos, além de baixa imunidade.

Os sintomas de deficiência de vitamina D incluem dor óssea, dor muscular, aumento da pressão arterial, sensação de fadiga, fraqueza e mal-estar depressão e atraso no nascimento dos dentes do bebê.

Daí para se ter a quantidade certa, saúde e bem-estar para quem a consome. Lembrando que a quantidade ideal para cada organismo, será indicada por um profissional de saúde habilitado.

 

 

Este artigo tem objetivo meramente informativo e não substitui a consulta a um profissional da saúde habilitado.

 

Referência:

Revista Essentia Pharma Edição 10 – http://essentia.com.br/revista/

http://www.everydayhealth.com/news/illnesses-linked-vitamin-d-deficiency/

 

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Cúrcuma, gengibre e canela. Se separados já causam, imagine juntos!

Utilizadas na culinária para acrescentar aromas e sabores aos pratos, as especiarias já fazem parte do dia a dia das pessoas, como a canela em um mingau ou o gengibre em um suco detox. Mas você sabia que a utilidade dessas especiarias vai muito além de incrementar receitas?

São múltiplos benefícios, são ricas em compostos que apresentam efeitos antioxidante, anti-inflamatório, antiviral, dentre muitos outros, que favorecem a saúde do corpo. Vamos falar um pouquinho desses três presentes da natureza.

 

Cúrcuma

Também conhecida como açafrão-da-terra, possui potentes propriedades terapêuticas. Isso se dá pela presença de curcumina em sua formação, um composto com diferentes benefícios comprovados pela ciência: antioxidante, anti-inflamatório, imunomodulador e antidiabético.

Ela também atenua desequilíbrios orgânicos desencadeados pela inflamação e pelo estresse oxidativo, como o excesso de peso e outras alterações metabólicas.

Em 2018, (Akbari et al.) uma revisão sistemática e meta-análise de estudos clínicos randomizados concluíram que a suplementação com cúrcuma reduziu significativamente o peso corporal, IMC e circunferência de cintura em indivíduos com síndrome metabólica e outras desordens relacionadas.

Outro estudo clínico realizado em 2019 (Saraf-Bank et al.), mostrou que a suplementação com cúrcuma teve um efeito positivo na redução dos níveis de inflamação e estresse oxidativo em meninas adolescentes com excesso de peso.

 

Gengibre

O gengibre tem compostos bioativos que associados resultam em diversos efeitos benéficos, principalmente por ser anti-inflamatório e antioxidante. Também é rico em fitonutrientes, como gingerois, que possuem efeito termogênico, assim, o gengibre contribui para perda de peso.

Pesquisas apontam que o gengibre consegue acelerar o metabolismo entre 2% e 5%, assim,  aumentando a queima de calorias. Interessante ressaltar é que a ação termogênica é potencializada quando acrescentada com cúrcuma, canela ou pimenta junto ao gengibre.

 

Canela

A canela além de seu sabor e aroma inconfundíveis, possui também ativos em sua composição que são benéficos à saúde. Pesquisas científicas feitas em 2013, 2015 e 2019 citam atividades antidiabéticas, anti-inflamatórias e termogênicas.

Os estudos mostraram ainda que esses componentes bioativos promovem o controle de glicemia, tem efeito antiobesogênico e melhora a sensibilidade à insulina.

Uma meta-análise feita em 2019 (VALLIANOU el al.), mostrou que a suplementação de canela tem um efeito anti-inflamatório potencializado na redução de níveis de marcador de condições crônicas. Isso se deu ao seu alto conteúdo de polifenóis associado a redução de inflamação, que é um fator relacionado diretamente ao excesso de peso.

 

Imagine juntos

Separados, essas três especiarias já surtem efeitos pontuais na saúde, quando juntos, seus resultados são ainda maiores e melhores, tendo seus efeitos anti-inflamatórios, antioxidantes e termogênicos potencializados.

É importante ressaltar que, além de consumir esses produtos na alimentação, há vários suplementos que os contém em suas fórmulas, permitindo o consumo regular e com mais clareza sobre as dosagens consumidas. Mas atenção: lembre-se de verificar a procedência dos suplementos e a qualidade de suas matérias-primas.

A dica de suplemento que traz todos esses itens em uma única fórmula é o Golden Health da B.Health que foi formulado com cúrcuma orgânica padronizada em mais de 95% de curcominoides, canela e gengibre em cápsulas vegetais, livres de corantes e conservantes artificiais, garantindo um alto teor de compostos bioativos na sua rotina.

 

 

Referências

Saraf-Bank et al. (2019). https://doi.org/10.1002/ptr.6370

Akbari et al. (2018).  https://doi.org/10.1002/ptr.6226

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https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30799194/

The Annals of Family Medicine September 2013, 11 (5) 452-459; DOI: https://doi.org/10.1370/afm.1517

2019 DOI: https://doi.org/10.1016/j.clnu.2019.02.017

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PAHWA, R., JIALAL, I. Chronic Inflammation. 2019. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK493173/.

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5 dicas para tornar a boa alimentação em um hábito

Diversas pessoas buscam uma alimentação mais equilibrada. O emagrecimento, o ganho de massa muscular e a conquista de uma vida mais saudável são os objetivos que mais motivam os que estão nesse caminho. A grande questão é que transformar uma boa alimentação em hábito nem sempre é uma tarefa fácil.

Nessa busca, pode ser comum a adoção de diversas estratégias, como dieta low carb, paleolítica e até as mais extremistas, como o jejum intermitente. No entanto, as mudanças radicais que não se enquadram no seu estilo de vida podem fazer com que, em pouco tempo, você retorne aos hábitos do passado.

Mas como transformar uma boa alimentação em hábito? A resposta não é muito difícil! Para provar isso, preparamos 5 dicas para ajudar você nessa missão. Ficou curioso? Então, confira!

1 – Entenda o que é uma boa alimentação

Uma boa alimentação requer apenas uma coisa: equilíbrio. Você deve investir no consumo de alimentos frescos — por exemplo, o consumo de 3 a 5 porções de frutas ao dia é sempre bem-vindo. É interessante a inclusão de queijos e iogurtes, carnes e legumes; verduras também devem estar presentes.

Alimentos industrializados, doces e frituras devem sim, ser evitados, mas não transforme isso em uma neura! Eles não devem fazer parte da sua rotina, uma vez que uma boa alimentação deve ter como base alimentos in natura. Mas consumi-los vez ou outra não trará grandes malefícios à sua saúde.

2 – Evite as dietas restritivas

Se você quer ter uma boa alimentação como hábito você deve se alimentar de modo que consiga manter essa rotina por um longo tempo. Portanto, nada de dietas muito restritivas ou até mesmo jejum intermitente, se esse não é o seu perfil. Muitas vezes uma alta restrição leva a episódios de compulsão alimentar.

A alta privação alimentar não fará com que você coma melhor. Por isso, você deve ter em mente que uma boa alimentação deve, em primeiro lugar, ser pautada na qualidade dos alimentos e não na quantidade de calorias. Em segundo lugar, a sua alimentação deve ser estabelecida de acordo com as suas necessidades e se adequar ao máximo à sua personalidade e preferências.

3 – Tenha um planejamento

O planejamento torna mais fácil a manutenção dos hábitos, e ele se inicia na compra dos alimentos. Tenha sempre alimentos in natura na sua casa, prepare marmitas saudáveis e crie o hábito de levar o seu lanchinho para o trabalho.

Organize também o seu dia para que seja possível ter tranquilidade no momento das refeições. Mastigue bem! Essas estratégias farão com que você tenha mais prazer em se alimentar e fique mais atento aos sinais de saciedade.

4 – Faça boas escolhas alimentares

Sabendo o que é uma alimentação saudável e tendo planejamento, automaticamente será mais fácil fazer boas escolhas. No entanto, você deve ficar atento aos tipos de alimentos que você anda consumindo para facilitar a sua rotina e melhorar a sua nutrição.

Frutas, castanhas e iogurtes, por exemplo, são boas opções para pequenos lanches, por serem alimentos fáceis de carregar na bolsa. Escolha vegetais crus para consumir no almoço e no jantar e opte por carnes magras, variando sempre os alimentos consumidos. Você não precisa comer a mesma coisa todos os dias! Beba muita água e não exagere na cafeína e nas bebidas alcoólicas.

5 – Identifique sua fome emocional

Algumas deficiências nutricionais aumentam o desejo por doces. Assim, mesmo com uma alimentação apropriada, é possível que você tenha uma vontade incontrolável de comer alimentos inadequados. Isso pode ocorrer quando descontamos problemas psicológicos na comida com o objetivo de encontrar prazer.

É importante que você identifique isso e desenvolva outros métodos para aliviar o seu estresse. Nesses casos, um acompanhamento psicológico pode trazer bons resultados. Ter outras atividades de lazer também ajudará você.

Como você pôde ver, estratégias radicais não são necessárias para uma vida mais saudável. Portanto, com uma alimentação equilibrada, que se adeque à sua rotina, não é necessário aderir a uma dieta com alto grau de restrição. E, claro, consulte um bom profissional para obter melhores resultados.

Se você gostou dessas dicas, aproveite e confira mais um de nossos posts — Alimentação equilibrada: saiba o que comer antes de dormir — e continue aprendendo!

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