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Tipos de adoçante: quais são e como escolher a melhor opção?

Você que está de dieta ou simplesmente procura uma alimentação mais saudável já deve ter passado pelo dilema da utilização de adoçantes. Normalmente, a redução do consumo e a substituição do açúcar é uma consequência no processo de reeducação alimentar.

No entanto, é um assunto que causa dúvidas, polêmicas e divide opiniões. Agora você deve estar pensando que embora exista uma gama de tipos de adoçante que estão disponíveis no mercado, você não sabe praticamente nada sobre eles. Acertamos? Se a sua resposta foi sim, você não pode deixar de dar uma olhadinha nessas informações que separamos! Gostou? Então, confira!

Afinal, qual a diferença entre adoçante e açúcar?

O açúcar é considerado um alimento produzido a partir da cana-de-açúcar. Ele é um carboidrato absorvido de forma rápida pelo nosso organismo, levando à alteração dos níveis de glicose e de gordura do organismo. Cada grama de açúcar fornece ao organismo 4 kcal.

Os adoçantes são produzidos artificialmente a partir de diversas matérias-primas. Eles podem ter pouca ou nenhuma caloria. Por esse motivo alguns são indicados para indivíduos diabéticos, em processo de emagrecimento, ou para quem quer ter uma vida mais saudável.

Qual a diferença entre adoçante natural e artificial?

Os artificiais são produzidos em laboratórios; eles têm a capacidade adoçante bem maior do que o açúcar comum. Os ditos naturais são extraídos de plantas como cana-de-açúcar, diversas frutas, beterraba, dentre outras.

Os adoçantes artificiais mais conhecidos são o ciclamato de sódio, o aspartame, a sacarina e a sucralose. Alguns deles, como o aspartame, já são conhecidos os malefícios no organismo.

Qual adoçante escolher?

Eles têm diferença do poder adoçante, do sabor, do número, dentre outros. Sem dúvidas os adoçantes naturais são os que menos trazem prejuízos quando utilizados moderadamente. Por isso, apresentaremos as características de 5 tipos de adoçante para ajudar você nessa jornada:

Xilitol

É um adoçante derivado do milho. Ele apresenta baixo índice glicêmico e até 40% menos calorias do que o açúcar. Se você é diabético, pode utilizar esse produto, uma vez que ele não afeta o metabolismo de insulina. Outro ponto positivo é que seu sabor e aparência são bem parecidos com o açúcar convencional.

Estévia

Consiste em um adoçante natural, vindo de uma planta de mesmo nome. Ele consegue ser até 300 vezes mais doce que o açúcar. A vantagem desse produto é que seu índice glicêmico é zero e não tem calorias, ou seja, pode ser utilizado tanto por diabéticos quanto por pessoas em processo de emagrecimento. O seu sabor é um pouco amargo, podendo atrapalhar a adaptação de algumas pessoas com esse produto.

Taumatina

Esse adoçante é derivado de uma planta originaria da África. Apresenta poder adoçante altíssimo, podendo chegar a ser 2500 vezes mais doce que o açúcar. Ele também pode ser utilizado por diabéticos. E outro ponto de vantagem em relação aos outros tipos de adoçantes é que ele não tem sabor com tendência para o amargo ou metálico. Se você não se adaptou aos produtos por uma questão de sabor, essa pode ser uma boa opção.

Maltitol

Este é um derivado do álcool, que é naturalmente encontrado em algumas frutas e vegetais. Ele não tem poder adoçante tão alto como os outros itens, mas seu poder chega próximo ao do açúcar. Infelizmente, também deixa sabor residual nos alimentos. Ele pode ter até 1,5 kcal por grama, podendo causar alterações na glicemia.

Apesar de não recomendado para diabéticos, é uma boa opção para pessoas que queiram, por exemplo, manter ou ganhar peso com saúde.

Eritritol

Também é um adoçante derivado do álcool. Ele apresenta bem menos calorias que o maltitol (cerca de 0,24 kcal por grama). Seu poder adoçante também se aproxima do açúcar comum. Ele pode ser tolerado por diabéticos, pois não é digerido pelo organismo, não causando alterações glicêmicas. Também apresenta um leve sabor residual.

Existem diversos tipos de adoçante, a escolha além do seu objetivo também depende da sua adaptação com o sabor de cada um deles. Em caso de dúvidas não deixe de recorrer a uma orientação profissional!

E você, faz uso de adoçantes? Deixe um comentário no nosso post e conte para gente a sua experiência!

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O glúten é mesmo o vilão da alimentação? Entenda essa polêmica

No centro das discussões sobre saúde, o glúten é, no mínimo, controverso. Há quem diga que ele faz mal apenas às pessoas celíacas, enquanto outros consideram o alimento prejudicial a todo mundo. A verdade é que, assim como qualquer mudança alimentar, cortar ou incluir o glúten tem consequências.

Leia este texto e descubra agora como o glúten atua, quais suas funções e características e por que o alimento tem causado tanta polêmica.

Você sabe o que é glúten?

Ele é uma proteína formada por duas proteínas menores: gliadina e glutenina. O glúten está presente em cereais como trigo, cevada, aveia e centeio. O nutriente é muito importante para a panificação pois dá elasticidade às massas, deixando os pães macios.

O problema é que nosso corpo tem dificuldade de digerir o glúten e é normal que fiquem alguns “restos” no nosso organismo. São esses vestígios não metabolizados que podem desencadear reações.

Para quê ele serve?

Ele não tem muita função no organismo, mas pode ser usado como fonte de proteína. No entanto, as partes que o corpo não absorve podem causar inflamações. É isso que deixa você com aquela sensação de inchaço e desconforto depois de comer uma macarronada, por exemplo.

Em alguns casos (como doença celíaca e sensibilidade à proteína), os restos não digeridas prejudicam a absorção de outros nutrientes, e é aí que está o perigo. Nessas situações, reduzir ou cortar o glúten da dieta é a melhor solução.

Por que as pessoas estão cortando o glúten?

A maioria das pessoas tira a proteína do prato por terem alergia, intolerância ou sensibilidade. Então se você sofre com a ingestão do nutriente, essa estratégia pode ser a melhor solução para acabar com os incômodos.

Mas há quem acredite que não ter glúten na alimentação é melhor para a saúde, pois diminuem as chances de desenvolver doenças autoimunes associadas à substância. A exclusão ou redução da proteína também pode melhorar o metabolismo e evitar enxaqueca, prisão de ventre e gases.

No entanto, se você pensa em cortá-lo para não sentir esses desconfortos, pense duas vezes. Assim como eles podem ser associados ao glúten, também podem ser desencadeados por outros fatores e problemas de saúde.

A necessidade de parar de comer a proteína depende de como seu corpo reage a ela. Mas a decisão requer mudanças bruscas nos hábitos alimentares e deve ser monitorada por um profissional, pois você precisa substituir o glúten por outro alimento para que seu corpo permaneça bem nutrido.

É verdade que o glúten engorda?

O glúten em si não é calórico, mas é encontrado em alimentos ricos em carboidratos, e você sabe que eles são ricos em açúcar. Se você parar de comer glúten pode até perder peso, mas saiba que isso não é relacionado à proteína. O emagrecimento ocorre porque você reduz a quantidade de carboidratos que consome.

Os suplementos contêm glúten?

A grande maioria dos suplementos é gluten free simplesmente porque o organismo tem dificuldade de absorvê-lo. Independentemente de você ter ou não alguma reação proveniente do glúten, seu corpo vai digeri-lo lentamente.

Se você comer glúten e for para a academia em seguida, por exemplo, seu rendimento será menor. Como o objetivo de boa parte dos suplementos é ser absorvido rapidamente para melhorar seu desempenho nos treinos ou recuperação após o exercício, eles não contêm a substância.

Além disso, alimentos com glúten costumam ser ricos em fibras, e este é mais um motivo para você evitá-los antes de atividades físicas: as fibras fermentam e vão deixá-lo desconfortável durante o exercício.

Como você pôde perceber, o glúten na alimentação não é vilão nem mocinho. Tudo vai depender dos seus objetivos e de como o seu corpo lida com a substância. Mas se você cogita abandoná-lo, procure um nutricionista. Apenas ele pode orientá-lo corretamente para que não haja consequências graves com a exclusão do nutriente.

Deixe seus comentários no post contando suas experiências e dúvidas!