Sem categoria
Por que o ômega 3 é importante?

O ômega 3 é um ácido graxo essencial, que não pode ser fabricado no nosso organismo, sendo extremamente importante para a saúde do coração, cérebro e saúde ocular em todas as fases da vida.

É um dos suplementos mais estudados em todo o mundo, possui cerca de 30 mil publicações científicas que comprovam uma série de benefícios à saúde.  O ômega 3 divide-se em três tipos: ácido eicosapentaenoico (EPA), ácido docosahexaenoico (DHA) e ácido alfa-linolênico (ALA). 

 

O EPA: ácido eicosapentaenoico

O EPA tem ação anti-inflamatória em nosso organismo, auxiliando as reações enzimáticas responsáveis pela produção de prostaglandinas E3, substância que faz parte das nossas defesas por ajudar a neutralizar a atividade pró-inflamatória de outras moléculas semelhantes.

Um dos principais benefícios do EPA é auxiliar a saúde do coração e a circulação sanguínea, evitando a formação de trombos no sangue, diminuindo os riscos de trombose e de acidente vascular cerebral. Tem ação também sobre doenças e complicações de caráter inflamatório, como a obesidade, o lúpus e a artrite.

 

O DHA: ácido docosahexaenoico

O DHA é essencial para um bom desenvolvimento fetal e ajuda a formar a retina dos olhos. Ele também possui ação antioxidante e é o ácido graxo mais benéfico para a saúde do cérebro, já que favorece a cognição e as conexões entre os neurônios, beneficiando a memória, atenção, raciocínio, imaginação e diversos outros aspectos relacionados à nossa mente.

O cérebro é composto por 40% de DHA e 60% de gordura, por isso o consumo desse ácido graxo ajuda na otimização da saúde da mente, auxiliando na capacidade de aprendizado, no humor e, consequentemente, na qualidade de vida.

 

O ALA: ácido alfa-linolênico

Já o ALA é um ômega 3, essencial de cadeia curta e de origem vegetal. Nossos corpos também não podem produzi-lo por conta própria. O ALA pode ser convertido em DHA ou em EPA depois de ser ingerido.

 

Importante por que?

O ômega 3 tem sua importância comprovada em diversas fases da vida. Na infância ele otimiza o processamento mental, aprendizado e memória, prevenindo o déficit de atenção. Além disso, auxilia no desenvolvimento psicomotor e coordenação.

Em adultos o ômega 3 reduz os níveis de LDL e triglicerídeos. Tem ação anti-inflamatória e reduz as dores articulares. Já na terceira idade ele reduz o declínio cerebral relacionado à idade e tem efeito cardioprotetor.  Em atletas, atua na redução de dores musculares após os treinos de resistência, dores nas articulações e inflamações.

Além disso, ainda atua nos casos de sobrepeso e síndrome metabólica, em que a suplementação de ômega-3 reduz esse processo, contribuindo para a melhora do metabolismo.

 

Benefícios do ômega 3

O cérebro contém mais de 100 bilhões de células, e os ácidos graxos ômega 3 são como os blocos de construção delas. Estes “blocos” são formados pelas seguintes substâncias: EPA, DHA e o ALA. 

Por isso, o ômega 3 pode auxiliar na prevenção e pode atuar como coadjuvante no tratamento de doenças como: doença de Alzheimer, depressão, TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade), depressão pós-parto e TPM, dentre muitas outras.

Sua ação anti-inflamatória ajuda a manter o funcionamento cerebral, diminui o risco de doenças degenerativas, evita dificuldade de aprendizado e problemas de memorização, pode melhorar as funções cardiovasculares, a saúde dos olhos e o sistema imune. 

Veja mais benefícios do ômega 3!

Estudos científicos da Universidade de Maryland (EUA), descobriram que o óleo de peixe, fonte de ômega 3, pode ajudar a prevenir e combater vários tipos de câncer, incluindo de cólon, próstata e mama. 

Por ser um potente anti-inflamatório, ele pode ser um aliado na luta contra o lúpus que tem como principal sintoma, a inflamação. Também ajudam a defender nossos ossos contra a osteoporose, causada por inflamação.

Os ácidos graxos auxiliam no tratamento e prevenção de doenças de pele como acne e alergias, e, podem atuar como hidratantes naturais que revitalizam a pele seca de dentro para fora, ele nutre a pele com gorduras e contribui com vitaminas lipossolúveis que ajudam a pele a manter uma textura suave e elástica.

A deficiência de EPA e DHA na dieta contribui para as condições da pele tais como: caspa, queda de cabelo, eczema e psoríase, bem como manchas da idade e manchas solares.

Na gravidez o ômega 3 é essencial para um melhor desenvolvimento visual e neurológico do bebê. Um estudo publicado em 2013 no American Journal of Clinical Nutrition relatou que crianças de 2 a 5 anos que receberam um suplemento de ômega 3 apresentaram desempenho melhor em testes de inteligência, aprendizado e vocabulário.

O ômega 3 ajuda quem busca um emagrecimento saudável. Isso porque ele ativa uma proteína celular chamada PPAR-gama e, acelerada, ela melhora a atuação da insulina nas células, facilitando sua tarefa de converter açúcar em energia. Ele regula os níveis de leptina, favorecendo ainda mais o controle do apetite. 

Em resumo, o ômega 3 é essencial para regular a queima dos depósitos gordurosos e a fome, o que potencializa a eliminação de medidas. É importante ressaltar que, para obter todos os benefícios do ômega 3, é preciso combiná-lo com hábitos saudáveis.

 

Como usar?

O ômega 3 pode ser encontrado em bons suplementos ou alimentos. Sendo mais vantajoso consumir através de suplementos por serem práticos e seguros. Bons suplementos são livres de metais tóxicos e contêm a quantidade ideal de EPA e DHA que você precisa por dia.

Já através da alimentação, temos os peixes de águas profundas como fontes do nutriente, porém é preciso consumir uma grande porção do alimento para conseguir todos os benefícios do ômega 3 e ter muita atenção para o risco de consumir os peixes contaminados com metais pesados que são despejados nos oceanos.

Vale aqui um adendo sobre ter um melhor aproveitamento dos benefícios do ômega 3: quando combinados com o consumo de vitamina E, uma grande aliada dos ácidos graxos. Os ácidos graxos oxidam muito facilmente dentro do organismo, fazendo com que seus benefícios sejam perdidos com rapidez. 

Daí, a importância da vitamina E. Por ser antioxidante e lipossolúvel, ajuda a garantir maior durabilidade aos ácidos graxos e potencializar os efeitos benéficos dessas substâncias para a saúde. 

O mercado de suplementação já possui muitas opções de excelente qualidade, inclusive contendo vitamina E em sua formulação.

 

Referência:

https://wakeinternalmedicine.com/omega-3-fatty-acids-health/https://academic.oup.com/ajcn/article/97/3/531/4571513

https://clinicador.med.br/a-importancia-do-omega-3-para-o-organismo/

Sem categoria
O que é Kefir?

Kefir é um alimento fermentado, produzido a partir dos grãos de kefir. Muito recomendado por seus altíssimos níveis de probióticos, pode ser feito com leite ou água e traz benefícios impressionantes para a flora intestinal. A versão mais comum é produzida com leite e se assemelha a um iogurte, um pouco mais fino em consistência.

O nome kefir tem origem na palavra turca keif, que significa “bem-estar” ou “bem viver”. Esse nome faz jus aos benefícios que o alimento oferece ao organismo, como manter o equilíbrio da microbiota intestinal.

 

Como é feito?

A produção do kefir é caseira, sendo necessária atenção as práticas de higiene, em especial na descontaminação do leite e dos recipientes utilizados durante a fabricação.

Já os grãos de kefir são obtidos por meio da doação de pessoas que já o produzem, porém hoje em dia já é possível encontrar o kefir em suplementos alimentares em forma de cápsulas.

Se fermentado em leite por mais de 24h, a lactose presente é praticamente toda consumida pelos micro-organismos dos grãos. Isso possibilita que pessoas com intolerância à lactose possam consumir a bebida, desde que observado o grau de intolerância.

 

Benefícios

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), ao consumir continuamente e em quantidades adequadas, alimentos probióticos como o Kefir você pode obter benefícios como:

– Controle e equilíbrio da microbiota intestinal;

– Resistência gastrointestinal às bactérias causadoras de doenças;

– Ação antimicrobiana, protegendo o organismo contra possíveis infecções;

– Melhora da digestão da lactose;

– Estímulo ao bom funcionamento do sistema de defesa do corpo;

– Regulação do intestino, colaborando com um bom trânsito intestinal e com o alívio da constipação intestinal (intestino preso);

– Modulação de reações alérgicas;

– Melhora da saúde urinária e genital das mulheres;

– Controle dos níveis de gordura no sangue e da pressão arterial;

– Redução do risco de doenças crônicas como a hipertensão, o diabetes e o colesterol alto.

 

Como consumir?

Com um sabor mais azedo que o iogurte natural, o kefir pode ser usado diariamente e em diversas receitas. Mas para quem não está acostumado com probióticos ou alimentos fermentados, recomendamos começar com uma pequena quantidade e aumentar aos poucos, para o organismo ir se acostumando.

 

Kefir em cápsulas

Já existe no mercado suplementos à base de kefir, e a Bioexata Suplementos já tem em suas lojas o kefir em cápsulas, perfeito para quem não consegue consumir o alimento em sua forma original todos os dias.

Sem categoria
Os benefícios da Própolis

Própolis é uma mistura de substâncias resinosas de vegetais, pólen, cera e secreções salivares das abelhas. Para as abelhas, serve para vedar frestas e proteger a colmeia de possíveis ataques de outros insetos e das adversidades climáticas. Já para o corpo humano, é uma substância rica em benefícios para a saúde.

Vale ressaltar que o uso da própolis não é de hoje. Há relatos que o comprovam desde os tempos do Egito Antigo e da Mesopotâmia. Da mesma forma, gregos, incas e romanos também são povos que já utilizavam a substância para diferentes objetivos.

Um excelente anti-inflamatório, antifúngico e antiviral, a própolis pode ser utilizada para tratar, evitar e prevenir infecções respiratórias como resfriados, bronquite, infecções urіnárіаs e intestinais, úlceras gástricas, melhora do sistema imunológico e para evitar o surgimento de certos tipos de câncer.

No sistema imunológico, a própolis tem ação nas células de defesa do organismo, promovendo o aumento na produção de anticorpos. Isso se dá pela sua ampla gama de propriedades biológicas e farmacológicas, como o Artepillin C, um flavonoide que tem ação antimicrobiana, imunomoduladora, antioxidante, anti-inflamatória e até antitumoral.

Berretta et al (2020), relata em seu artigo que a própolis tem ação na resposta imune de células pró-inflamatórias que estão associadas ao aumento do risco de desenvolver pneumonia e insuficiência pulmonar e mortalidade em pacientes com COVID-19.

Essa resposta imune, com a utilização da própolis, atuaria reduzindo o risco provocado pelas tempestades de citocinas, um importante fator de mortalidade na doença COVID-19 avançada.

Outros benefícios da própolis estão na saúde bucal, na saúde gastrointestinal, no controle de glicose, no processo de cicatrização, no tratamento de acnes e cuidados ginecológicos.

No mercado existem tipos de própolis verde. Porém, o de melhor qualidade é o extraído pelo método Wax Free, esse processo faz com que o produto fique mais puro, além de garantir alta concentração dos ativos principais que podem ajudar na manutenção da boa saúde, como os flavonoides.

Em gotas, em pó ou em cápsulas, a própolis pode ser usada de diferentes formas e, quando usada na quantidade certa, torna-se totalmente segura de ser consumida no dia a dia para a obtenção dos benefícios. Entretanto, se for utilizada em tratamentos específicos o consumo deve ser recomendado por profissionais da saúde.

 

  

Referências:

FISHER, G. et al. Imunomodulação pela Própolis. Artigo de Revisão. Arq. Inst. Biol. v.75, n.2, p.247-253, São Paulo, abr./jun., 2008.

https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0165588

https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-695X2008000300020

https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2021.01.08.20248932v1

https://essentia.com.br/conteudos/propolis/

https://blog.nutrify.com.br/propolis-o-que-e-para-que-serve-e-beneficios-blog-nutrify/

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0753332220308155

 

 

 

Sem categoria
Cúrcuma, gengibre e canela. Se separados já causam, imagine juntos!

Utilizadas na culinária para acrescentar aromas e sabores aos pratos, as especiarias já fazem parte do dia a dia das pessoas, como a canela em um mingau ou o gengibre em um suco detox. Mas você sabia que a utilidade dessas especiarias vai muito além de incrementar receitas?

São múltiplos benefícios, são ricas em compostos que apresentam efeitos antioxidante, anti-inflamatório, antiviral, dentre muitos outros, que favorecem a saúde do corpo. Vamos falar um pouquinho desses três presentes da natureza.

 

Cúrcuma

Também conhecida como açafrão-da-terra, possui potentes propriedades terapêuticas. Isso se dá pela presença de curcumina em sua formação, um composto com diferentes benefícios comprovados pela ciência: antioxidante, anti-inflamatório, imunomodulador e antidiabético.

Ela também atenua desequilíbrios orgânicos desencadeados pela inflamação e pelo estresse oxidativo, como o excesso de peso e outras alterações metabólicas.

Em 2018, (Akbari et al.) uma revisão sistemática e meta-análise de estudos clínicos randomizados concluíram que a suplementação com cúrcuma reduziu significativamente o peso corporal, IMC e circunferência de cintura em indivíduos com síndrome metabólica e outras desordens relacionadas.

Outro estudo clínico realizado em 2019 (Saraf-Bank et al.), mostrou que a suplementação com cúrcuma teve um efeito positivo na redução dos níveis de inflamação e estresse oxidativo em meninas adolescentes com excesso de peso.

 

Gengibre

O gengibre tem compostos bioativos que associados resultam em diversos efeitos benéficos, principalmente por ser anti-inflamatório e antioxidante. Também é rico em fitonutrientes, como gingerois, que possuem efeito termogênico, assim, o gengibre contribui para perda de peso.

Pesquisas apontam que o gengibre consegue acelerar o metabolismo entre 2% e 5%, assim,  aumentando a queima de calorias. Interessante ressaltar é que a ação termogênica é potencializada quando acrescentada com cúrcuma, canela ou pimenta junto ao gengibre.

 

Canela

A canela além de seu sabor e aroma inconfundíveis, possui também ativos em sua composição que são benéficos à saúde. Pesquisas científicas feitas em 2013, 2015 e 2019 citam atividades antidiabéticas, anti-inflamatórias e termogênicas.

Os estudos mostraram ainda que esses componentes bioativos promovem o controle de glicemia, tem efeito antiobesogênico e melhora a sensibilidade à insulina.

Uma meta-análise feita em 2019 (VALLIANOU el al.), mostrou que a suplementação de canela tem um efeito anti-inflamatório potencializado na redução de níveis de marcador de condições crônicas. Isso se deu ao seu alto conteúdo de polifenóis associado a redução de inflamação, que é um fator relacionado diretamente ao excesso de peso.

 

Imagine juntos

Separados, essas três especiarias já surtem efeitos pontuais na saúde, quando juntos, seus resultados são ainda maiores e melhores, tendo seus efeitos anti-inflamatórios, antioxidantes e termogênicos potencializados.

É importante ressaltar que, além de consumir esses produtos na alimentação, há vários suplementos que os contém em suas fórmulas, permitindo o consumo regular e com mais clareza sobre as dosagens consumidas. Mas atenção: lembre-se de verificar a procedência dos suplementos e a qualidade de suas matérias-primas.

A dica de suplemento que traz todos esses itens em uma única fórmula é o Golden Health da B.Health que foi formulado com cúrcuma orgânica padronizada em mais de 95% de curcominoides, canela e gengibre em cápsulas vegetais, livres de corantes e conservantes artificiais, garantindo um alto teor de compostos bioativos na sua rotina.

 

 

Referências

Saraf-Bank et al. (2019). https://doi.org/10.1002/ptr.6370

Akbari et al. (2018).  https://doi.org/10.1002/ptr.6226

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3767714/

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30799194/

The Annals of Family Medicine September 2013, 11 (5) 452-459; DOI: https://doi.org/10.1370/afm.1517

2019 DOI: https://doi.org/10.1016/j.clnu.2019.02.017

https://vufind.carli.illinois.edu/vf-uic/Record/uic_2158456/Description

CHEN, L., DENG, H., CUI, H., FANG, J., ZUO, Z., DENG, J., LI, Y., WANG, X., ZHAO, L.. Inflammatory responses and inflammation-associated diseases in organs. Oncotarget, v. 9, n. 6, p. 7204 – 7218, 2018.

PAHWA, R., JIALAL, I. Chronic Inflammation. 2019. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK493173/.

HUNTER, P. The inflammation theory of disease: The growing realization that chronic inflammation is crucial in many diseases opens new avenues for treatment. EMBO Rep., v.13, n.11, p 968-970, 2012.

Sem categoria
5 dicas para tornar a boa alimentação em um hábito

Diversas pessoas buscam uma alimentação mais equilibrada. O emagrecimento, o ganho de massa muscular e a conquista de uma vida mais saudável são os objetivos que mais motivam os que estão nesse caminho. A grande questão é que transformar uma boa alimentação em hábito nem sempre é uma tarefa fácil.

Nessa busca, pode ser comum a adoção de diversas estratégias, como dieta low carb, paleolítica e até as mais extremistas, como o jejum intermitente. No entanto, as mudanças radicais que não se enquadram no seu estilo de vida podem fazer com que, em pouco tempo, você retorne aos hábitos do passado.

Mas como transformar uma boa alimentação em hábito? A resposta não é muito difícil! Para provar isso, preparamos 5 dicas para ajudar você nessa missão. Ficou curioso? Então, confira!

1 – Entenda o que é uma boa alimentação

Uma boa alimentação requer apenas uma coisa: equilíbrio. Você deve investir no consumo de alimentos frescos — por exemplo, o consumo de 3 a 5 porções de frutas ao dia é sempre bem-vindo. É interessante a inclusão de queijos e iogurtes, carnes e legumes; verduras também devem estar presentes.

Alimentos industrializados, doces e frituras devem sim, ser evitados, mas não transforme isso em uma neura! Eles não devem fazer parte da sua rotina, uma vez que uma boa alimentação deve ter como base alimentos in natura. Mas consumi-los vez ou outra não trará grandes malefícios à sua saúde.

2 – Evite as dietas restritivas

Se você quer ter uma boa alimentação como hábito você deve se alimentar de modo que consiga manter essa rotina por um longo tempo. Portanto, nada de dietas muito restritivas ou até mesmo jejum intermitente, se esse não é o seu perfil. Muitas vezes uma alta restrição leva a episódios de compulsão alimentar.

A alta privação alimentar não fará com que você coma melhor. Por isso, você deve ter em mente que uma boa alimentação deve, em primeiro lugar, ser pautada na qualidade dos alimentos e não na quantidade de calorias. Em segundo lugar, a sua alimentação deve ser estabelecida de acordo com as suas necessidades e se adequar ao máximo à sua personalidade e preferências.

3 – Tenha um planejamento

O planejamento torna mais fácil a manutenção dos hábitos, e ele se inicia na compra dos alimentos. Tenha sempre alimentos in natura na sua casa, prepare marmitas saudáveis e crie o hábito de levar o seu lanchinho para o trabalho.

Organize também o seu dia para que seja possível ter tranquilidade no momento das refeições. Mastigue bem! Essas estratégias farão com que você tenha mais prazer em se alimentar e fique mais atento aos sinais de saciedade.

4 – Faça boas escolhas alimentares

Sabendo o que é uma alimentação saudável e tendo planejamento, automaticamente será mais fácil fazer boas escolhas. No entanto, você deve ficar atento aos tipos de alimentos que você anda consumindo para facilitar a sua rotina e melhorar a sua nutrição.

Frutas, castanhas e iogurtes, por exemplo, são boas opções para pequenos lanches, por serem alimentos fáceis de carregar na bolsa. Escolha vegetais crus para consumir no almoço e no jantar e opte por carnes magras, variando sempre os alimentos consumidos. Você não precisa comer a mesma coisa todos os dias! Beba muita água e não exagere na cafeína e nas bebidas alcoólicas.

5 – Identifique sua fome emocional

Algumas deficiências nutricionais aumentam o desejo por doces. Assim, mesmo com uma alimentação apropriada, é possível que você tenha uma vontade incontrolável de comer alimentos inadequados. Isso pode ocorrer quando descontamos problemas psicológicos na comida com o objetivo de encontrar prazer.

É importante que você identifique isso e desenvolva outros métodos para aliviar o seu estresse. Nesses casos, um acompanhamento psicológico pode trazer bons resultados. Ter outras atividades de lazer também ajudará você.

Como você pôde ver, estratégias radicais não são necessárias para uma vida mais saudável. Portanto, com uma alimentação equilibrada, que se adeque à sua rotina, não é necessário aderir a uma dieta com alto grau de restrição. E, claro, consulte um bom profissional para obter melhores resultados.

Se você gostou dessas dicas, aproveite e confira mais um de nossos posts — Alimentação equilibrada: saiba o que comer antes de dormir — e continue aprendendo!

Dúvidas sobre suplementos que ajudam a manter a dieta em dia? Entre em contato com nossos consultores, agora mesmo, para informações, dicas, entrega de suplementos em Manaus: (92) 98218-0022 (WhatsApp) e 3347-5503.

Sem categoria
Tipos de adoçante: quais são e como escolher a melhor opção?

Você que está de dieta ou simplesmente procura uma alimentação mais saudável já deve ter passado pelo dilema da utilização de adoçantes. Normalmente, a redução do consumo e a substituição do açúcar é uma consequência no processo de reeducação alimentar.

No entanto, é um assunto que causa dúvidas, polêmicas e divide opiniões. Agora você deve estar pensando que embora exista uma gama de tipos de adoçante que estão disponíveis no mercado, você não sabe praticamente nada sobre eles. Acertamos? Se a sua resposta foi sim, você não pode deixar de dar uma olhadinha nessas informações que separamos! Gostou? Então, confira!

Afinal, qual a diferença entre adoçante e açúcar?

O açúcar é considerado um alimento produzido a partir da cana-de-açúcar. Ele é um carboidrato absorvido de forma rápida pelo nosso organismo, levando à alteração dos níveis de glicose e de gordura do organismo. Cada grama de açúcar fornece ao organismo 4 kcal.

Os adoçantes são produzidos artificialmente a partir de diversas matérias-primas. Eles podem ter pouca ou nenhuma caloria. Por esse motivo alguns são indicados para indivíduos diabéticos, em processo de emagrecimento, ou para quem quer ter uma vida mais saudável.

Qual a diferença entre adoçante natural e artificial?

Os artificiais são produzidos em laboratórios; eles têm a capacidade adoçante bem maior do que o açúcar comum. Os ditos naturais são extraídos de plantas como cana-de-açúcar, diversas frutas, beterraba, dentre outras.

Os adoçantes artificiais mais conhecidos são o ciclamato de sódio, o aspartame, a sacarina e a sucralose. Alguns deles, como o aspartame, já são conhecidos os malefícios no organismo.

Qual adoçante escolher?

Eles têm diferença do poder adoçante, do sabor, do número, dentre outros. Sem dúvidas os adoçantes naturais são os que menos trazem prejuízos quando utilizados moderadamente. Por isso, apresentaremos as características de 5 tipos de adoçante para ajudar você nessa jornada:

Xilitol

É um adoçante derivado do milho. Ele apresenta baixo índice glicêmico e até 40% menos calorias do que o açúcar. Se você é diabético, pode utilizar esse produto, uma vez que ele não afeta o metabolismo de insulina. Outro ponto positivo é que seu sabor e aparência são bem parecidos com o açúcar convencional.

Estévia

Consiste em um adoçante natural, vindo de uma planta de mesmo nome. Ele consegue ser até 300 vezes mais doce que o açúcar. A vantagem desse produto é que seu índice glicêmico é zero e não tem calorias, ou seja, pode ser utilizado tanto por diabéticos quanto por pessoas em processo de emagrecimento. O seu sabor é um pouco amargo, podendo atrapalhar a adaptação de algumas pessoas com esse produto.

Taumatina

Esse adoçante é derivado de uma planta originaria da África. Apresenta poder adoçante altíssimo, podendo chegar a ser 2500 vezes mais doce que o açúcar. Ele também pode ser utilizado por diabéticos. E outro ponto de vantagem em relação aos outros tipos de adoçantes é que ele não tem sabor com tendência para o amargo ou metálico. Se você não se adaptou aos produtos por uma questão de sabor, essa pode ser uma boa opção.

Maltitol

Este é um derivado do álcool, que é naturalmente encontrado em algumas frutas e vegetais. Ele não tem poder adoçante tão alto como os outros itens, mas seu poder chega próximo ao do açúcar. Infelizmente, também deixa sabor residual nos alimentos. Ele pode ter até 1,5 kcal por grama, podendo causar alterações na glicemia.

Apesar de não recomendado para diabéticos, é uma boa opção para pessoas que queiram, por exemplo, manter ou ganhar peso com saúde.

Eritritol

Também é um adoçante derivado do álcool. Ele apresenta bem menos calorias que o maltitol (cerca de 0,24 kcal por grama). Seu poder adoçante também se aproxima do açúcar comum. Ele pode ser tolerado por diabéticos, pois não é digerido pelo organismo, não causando alterações glicêmicas. Também apresenta um leve sabor residual.

Existem diversos tipos de adoçante, a escolha além do seu objetivo também depende da sua adaptação com o sabor de cada um deles. Em caso de dúvidas não deixe de recorrer a uma orientação profissional!

E você, faz uso de adoçantes? Deixe um comentário no nosso post e conte para gente a sua experiência!

Não sabe onde encontrar? Em Manaus, a Bioexata Suplementos possui uma grande variedade de adoçantes para que você decida qual é o mais adequado para sua dieta. Entre em contato com nossos consultores e conheça várias opções!
Receba seus suplementos em sua casa ou trabalho solicitando através dos números (92) 98218-0022 (WhatsApp) e 3347-5503.

Sem categoria
Para que serve o BCAA? Conheça seus benefícios e saiba como usar

O uso de suplementos pode ser importante para quem procura qualidade de vida. Você, que pratica atividade física ou convive no meio esportivo, já ouviu falar do BCAA? Talvez sim, mas, provavelmente, você não sabe tudo sobre ele.

Existem algumas informações que são muito importantes para quem deseja usufruir das vantagens desse suplemento. Saber exatamente o que é e para que serve o BCAA é indispensável para você iniciar o consumo— e nós lhe ajudaremos nisso!

Se você procura um suplemento que pode lhe trazer diversos benefícios e quer mais detalhes sobre ele, não pode perder este post que preparamos. Ficou interessado? Então, confira!

O que é BCAA?

O BCAA (Branched-Chain Amino Acids) é conhecido como aminoácidos de cadeia ramificada. Os aminoácidos são unidades básicas que formam as proteínas. Alguns são denominados não essenciais, pois o nosso próprio corpo os produz. Outros são essenciais, mas nós não os produzimos e devemos adquiri-los pela alimentação.

O BCAA é formado por três aminoácidos essenciais: a valina, a leucina e a isoleucina. Essas substâncias podem ser adquiridas pela alimentação, no entanto, sua suplementação adicional pode trazer uma série de benefícios ao seu organismo, como veremos a seguir!

Quais são os benefícios do BCAA?

Esse suplemento está dentre os mais utilizados, e isso se deve às inúmeras alterações benéficas que ele pode trazer ao organismo. Aqui vamos explicar para que serve o BCAA e qual é a sua forma de utilização. Fique ligado nas vantagens desse suplemento:

Previne a perda de massa magra

Ele estimula a produção de insulina, que é um hormônio altamente anabólico. O aumento de sua produção possibilita a maior entrada de glicose nas células. Dessa forma, seu músculo terá uma maior energia e menor degradação proteica durante os treinos, levando à manutenção da massa magra.

Trabalha na síntese proteica, na recuperação e ganho muscular

O BCAA, especialmente a leucina, aumenta a taxa de síntese de proteínas e reduz a taxa de degradação proteica muscular após os exercícios. Desse modo, esse suplemento age positivamente na redução dos desgastes causados pelos exercícios de alta intensidade, auxiliando na sua recuperação e ganho muscular após o treinamento.

Auxilia no sistema imunológico

Ele aumenta a concentração de glutamina — um aminoácido que serve como importante fonte de energia para as células do sistema imunológico. Durante o treino ocorre a redução plasmática de glutamina, levando o indivíduo à imunossupressão.

A administração do BCAA aumenta a síntese de glutamina, o que garantirá a você um sistema imunológico mais eficiente, podendo diminuir a incidência de infecções.

Reduz a fadiga física e muscular

Durante o exercício ocorre o aumento dos níveis de serotonina, causando fadiga muscular e prejuízos no desempenho esportivo. O BCAA age no organismo competindo com o triptofano, substância precursora da serotonina. Dessa forma, ele reduz os níveis de serotonina durante os exercícios, retardando a fadiga física.

Melhora o desempenho esportivo

As alterações fisiológicas decorrentes da suplementação de BCAA faz com que esse suplemento seja muito utilizado por atletas. A melhora da fadiga e da imunidade, a otimização da recuperação muscular, a prevenção da perda de massa magra, dentre outros são fatores que garantem a melhoria do desempenho esportivo.

Como o BCAA deve ser utilizado?

É importante que você utilize o BCAA de acordo com as suas características, objetivos e práticas esportivas. Geralmente é indicada a média 0,20 g/Kg desse composto. Ele pode ser fracionado antes, durante e depois do treino de acordo com a sua necessidade. Vale ressaltar que a proporção dentre os aminoácidos deve ser uma preocupação.

Existem produtos com diversas proporções de aminoácidos — a mais utilizada é 2 leucina: 1 valina: 1 isoleucina. No entanto, a proporção de cada aminoácido depende dos objetivos e necessidades nutricionais do indivíduo. Por esse motivo, é essencial que você procure um nutricionista para orientá-lo quanto às quantidades e proporções adequadas para o seu caso.

Aqui, explicamos para que serve o BCAA. Essas informações são indispensáveis para você que deseja utilizar esse tipo de produto.

Gostou das dicas? Confira também nosso post sobre o Whey Protein e fique por dentro dos principais suplementos utilizados na prática esportiva. Até a próxima!

Sem categoria
Hipertrofia: quais as diferenças entre homens e mulheres?

Você já deve ter sonhado com um bom rigor físico e um corpo bem torneado ao menos uma vez na vida, não é mesmo? Se você ainda não alcançou esses objetivos, provavelmente deve pensar que esta é uma tarefa difícil e trabalhosa. Se você é mulher, também pode dizer que a hipertrofia feminina é algo impossível.

No entanto, apesar de existirem algumas diferenças entre homens e mulheres, saiba que esses pensamentos estão equivocados. O ganho de massa muscular não é tão difícil quando você adota comportamentos específicos na sua rotina.

Quer ganhar massa magra, saúde e qualidade de vida? Aqui vamos esclarecer diversas dúvidas sobre a hipertrofia muscular, e explicar as principais diferenças desse processo entre os gêneros. Gostou? Então confira esta matéria até o fim e não perca as dicas!

Como se dá o processo de hipertrofia?

Esse processo é definido pelo aumento do volume das fibras musculares. É um fenômeno de adaptação que pode ser observado no tecido muscular após você iniciar a prática de exercícios físicos. Os exercícios de força e de resistência são os mais indicados para quem almeja o ganho de massa muscular. Isto se dá pelo fato da hipertrofia estar ligada ao tipo e a intensidade do exercício.

No entanto, para que esse processo ocorra de forma eficaz é necessário que o seu organismo tenha energia e nutrientes necessários, questões que abordaremos mais a frente.

Qual a diferença entre homens e mulheres?

Você deve estar se perguntando “por que as mulheres não ‘crescem’ de forma tão fácil como os homens?” Existem duas respostas para essa pergunta.

Inicialmente, a massa muscular total das mulheres é menor do que a dos homens. Isso ocorre porque o conjunto de fibras musculares femininos ocupa uma menor área transversal.

Outro fator se relaciona com o perfil hormonal relacionado ao gênero. A produção de testosterona das mulheres é menor, não permitindo um alto grau de hipertrofia. Outro ponto em questão é a quantidade de estrogênio presente no organismo feminino, que propicia a retenção hídrica e dificulta a definição muscular.

Porém, essas diferenças podem ser contornadas quando a prescrição de exercícios e da alimentação está em sintonia com os seus objetivos. Dessa forma, se você é mulher, não se preocupe! Com orientação de um bom profissional de educação física e de um nutricionista é possível alcançar seus objetivos.

Como otimizar o ganho de massa muscular?

Para ganhar massa magra é indispensável o acompanhamento profissional individualizado com estratégias voltadas para o seu objetivo, no entanto, alguns pontos devem ser considerados nesse processo. A seguir, apresentamos os principais fatores que você deve ter atenção:

Alimentação

Não importa se você é homem ou mulher, a alimentação tem que ser uma prioridade quando falamos de ganho de massa muscular. É necessário que o seu músculo tenha energia e proteínas o suficiente para propiciar a hipertrofia e previnir a perda de massa magra durante a prática de atividades físicas.

Aposte em um plano alimentar individualizado focado em proteínas e carboidratos de boa qualidade e em nutrientes que possam auxiliar na sua recuperação muscular. A hidratação antes, durante e após o exercício, também é um fator de importância.

Treino

O treino é algo que pode e deve variar tanto de pessoa para pessoa quando de homens para mulheres. No caso das mulheres, o ganho de massa muscular pode estar relacionado aos exercícios realizados de forma mais frequente e com um menor número de séries e repetições. A consistência e a disciplina são indispensáveis para mulheres que sonham com a hipertrofia.

Tempo de descanso

Após um treinamento de força e resistência, sua produção de proteína aumentará pelo período de 24 a 48 horas. Será nesse momento que ocorrerá o aumento dos músculos. Portanto, o período de descanso muscular com alternância de treinamento dos grupos musculares é muito importante para ambos os gêneros.

Você deve ter percebido que foco e disciplina são características importantes para quem almeja a hipertrofia. Se você é uma dessas pessoas, não deixe de procurar uma boa orientação profissional. Isso certamente garantirá que você alcance seus objetivos mais facilmente.

Gostou dessa matéria? Então, deixe um comentário no post dividindo com a gente suas dificuldades para o ganho de massa muscular!

Sem categoria
Saiba quais são e como evitar hábitos que desaceleram o metabolismo

Muitas pessoas têm o objetivo de alcançar um estilo de vida saudável, mas a rotina agitada e repleta de compromissos pode fazer com que essa meta se torne um grande desafio.

Diante disso, é preciso analisar quais são os fatores que potencializam os bons resultados, bem como identificar os hábitos que podem desacelerar o metabolismo, já que esse fator pode interferir de forma negativa nas respostas do organismo.

Se você quer entender melhor quais são os hábitos que podem afetar o seu corpo e, assim, influenciar também os resultados do seu treino ou dieta, acompanhe o texto a seguir!

Comer de maneira inadequada

Um dos maiores erros na alimentação, especialmente no caso dos brasileiros, é a ingestão excessiva de carboidratos simples, de elevado índice glicêmico, como o pão francês, as massas, bolos e biscoitos.

Como consequência, o organismo pode sofrer um aumento de peso, do colesterol e, principalmente, de glicose circulante no sangue, aumentando o risco de diabetes. Todos esses fatores, juntos, favorecem a ocorrência de um metabolismo mais lento.

Outro fator importante é a escolha dos demais alimentos no dia a dia. Os refrigerantes, o açúcar branco e os salgadinhos de pacote são produtos altamente processados, com poucas fibras e ricos em gorduras, o que contribui para uma digestão mais difícil e também colabora com a redução do metabolismo ao longo do tempo. Portanto, evite-os sempre que possível.

Dormir pouco

Quando não dormimos o suficiente para descansar — ou sofremos de insônia persistente —, o corpo humano sofre com a desregulação da leptina e da insulina.

Como uma das funções da insulina é a de sinalização para o acúmulo de gordura, o armazenamento lipídico fica facilitado quando suas taxas se encontram elevadas, favorecendo a redução do metabolismo e o ganho de peso.

Já a leptina, uma proteína que se relaciona com o controle da saciedade, também varia em quantidade conforme o número de horas dormidas, sugerindo que o sono também tem influência na regulação do metabolismo.

Para evitar os efeitos indesejados dessas substâncias, o ideal é dormir, no mínimo, 6 horas por noite, para proporcionar um descanso adequado ao seu corpo.

Levar uma vida sedentária

O hábito de passar a maior parte do dia sem realizar nenhum exercício físico é muito comum nos dias de hoje, principalmente em grandes centros, o que faz do sedentarismo um dos maiores responsáveis por manter o metabolismo lento.

Para reverter esse quadro, o ideal é praticar exercícios, especialmente os aeróbios, pelo menos 30 minutos por dia e três vezes por semana. Essa prática exige mais oxigênio dos músculos, levando ao aumento do metabolismo e do bem-estar.

Os treinos intervalados — que são uma variação entre atividades físicas leves e fortes — também aumentam o batimento cardíaco e promovem o aumento do metabolismo. A falta de tempo não precisa ser uma desculpa, já que apenas 20 minutos diários podem manter o metabolismo acelerado durante várias horas.

Caso não seja possível se matricular em uma academia, adote atitudes mais ativas, como: evitar o elevador e preferir as escadas, andar mais a pé ou ir de bicicleta até a padaria, por exemplo. O importante é encontrar a motivação necessária para mudar o estilo de vida e incorporar os novos hábitos na rotina!

Se você gostou desse texto, compartilhe essas informações nas suas redes sociais e ajude mais pessoas a se informar sobre o assunto!

Sem categoria
Suplementos para endurance: como atuam e quais são as opções?

A prática de atividades de endurance — exercícios caracterizados por serem de baixa intensidade e longa duração — faz com que o corpo necessite de suplementação especial devido ao alto gasto energético e desgaste físico.

A corrida e o ciclismo são exemplos bem comuns dessa prática. Apesar de serem de baixa intensidade, o gasto calórico dos exercícios de longa duração exige a ingestão de nutrientes especiais. Caso contrário, pode levar à fadiga muscular ou hipoglicemia, por exemplo.

Basicamente, os suplementos têm como função prover nutrientes ao atleta durante os treino e provas, melhorando o rendimento, acelerando a evolução no esporte e garantindo a saúde do atleta a longo prazo.

Mas você sabe o que ingerir para ter melhores resultados com esse tipo de exercício? Neste post, vamos indicar algumas opções de suplementos para endurance e como eles atuam. Você não pode perder!

Repositores hidroglicoeletrolíticos

Exercícios de longa duração vêm sempre acompanhados de muito suor. Os repositores hidroglicoeletrolíticos são importantes para repor a água e os sais minerais perdidos, além de fornecer energia para o exercício.

O ideal é que sejam consumidos durante o endurance em um intervalo de 45 minutos. Pode-se aliar esse suplemento ao consumo de água em pequenas quantidades a cada 15 minutos.

Estimulantes à base de cafeína

Para se manter alerta durante o endurance, suplementos à base de cafeína são muito bem-vindos. Ela é responsável por criar uma situação de agilidade e por manter a disposição e níveis de excitação elevados.

Além disso, ao aumentar a oxidação de gorduras, o corpo passa a poupar glicogênio, alterando, assim, a percepção de esforço e a sensação de dor. Ou seja, aumenta o bem-estar corporal.

Para ter melhores resultados, a cafeína deve ser ingerida até 30 minutos antes do exercício.

Repositores energéticos à base de carboidratos

Os carboidratos são responsáveis por liberar energia de forma rápida no organismo. Ao ingeri-los antes do endurance, há um retardamento do gasto das reservas de energias corporais. Já no final, ele é responsável por recuperar as energias gastas durante a prática e por evitar o desgaste dos músculos.

Por esse motivo, a ingestão de suplementação cuja base é esse nutriente deve ser realizada antes, durante e após os exercícios. O indicado é que se consuma de 30 a 60g por hora de atividade. No entanto, vale destacar que, quanto maior o exercício, maior a necessidade.

Recovery R4:1

Esse tipo de suplemento é uma combinação de 4 gramas de carboidratos para cada 1 grama de proteína. O R4:1 é aliado na reposição de glicogênio, ajuda na recuperação da musculatura após o exercício de longa duração, além de manter a hidratação.

O indicado é que o suplemento seja consumido diluído em água — durante e logo após o endurance — garantindo que haja a reposição imediata de energia.

Outros suplementos para endurance

Para melhorar a recuperação após a atividade de longa duração, pode ser interessante o acréscimo de suplementação à base de proteínas como Whey Protein, e aminoácidos, como BCAA e glutamina. Os resultados dessa ingestão estão ligados à melhora da performance e imunidade.

Se conjugados com os suplementos feitos a partir de carboidratos imediatamente após o término do exercício, são também ótimos aliados na recuperação e reposição do glicogênio.

Além disso, há suplementos que protegem as articulações e que podem ser muito úteis, evitando dores e lesões – muito comuns nos atletas de alto rendimento -, como é o caso do colágeno tipo II.

Apesar do grande número de suplementos para endurance disponíveis no mercado, cada pessoa poderá reagir de uma forma diferente. Outro ponto que pode ser determinante para o ótimo desempenho do exercício é a boa alimentação.

Por isso, é importante ressaltar que é a consulta a um profissional de nutrição para a prescrição correta de suplementação, de acordo com suas necessidades, pode auxiliar a escolha correta dos produtos, evitando excessos. Além disso, um educador físico ajudará muito na preparação correta dos treinos.

Gostou do conteúdo? Que tal ficar por dentro das novidades sobre suplementos? Assine nossa newsletter para mais conteúdos exclusivos.